GARAGEM DA CRIS
SOBRE A
POLÊMICA DE NÃO CHAMAR NOSSO FILHOS DE “MOLEQUE”
Deus
Moloque – também
conhecido como Malcã ou deus de fogo, era o deus dos amonitas (descendentes de
Ammon, povo árabe; que vinham de Bem-Ami, descendentes de Ló – Gn 19:38). Eles
sacrificavam crianças, geralmente recém-nascidos, dentro da estátua de bronze,
que era metade esculpida de um corpo humano com a cabeça de um boi, ou seja, um
ser híbrido (união de espécies distintas e genes incompatíveis); No interior da
estátua, havia uma espécie de forno para os sacrifícios.
Interessante – SERES HÍBRIDOS; o original da
palavra híbrido é Hýbris, no grego, que quer dizer “passou dos limites” ou
“afronta”. Certamente, é uma afronta a Deus, o Criador.
Etimologia
da palavra – Molech
ou Moloch, vem do hebraico e quer dizer “rei”.
Já a
palavra portuguesa Moleque vem da palavra
mu’leke no idioma Quimbundo, que é uma das línguas bantus mais faladas em
Angola, e seu significado é “filho pequeno”.
Logo,
sendo uma palavra vinda do povo angolano, ganhou outro significado pejorativo,
ou seja, chamar de “moleque” era como chamar uma criança de “negrinha” (filhos
dos escravos). Mas para os Angolanos, significava chamar seus filhos de
“filhinhos”, apenas uma forma carinhosa.
Mais
tarde, ganhou outro significado, que seria o de uma criança travessa ou
peralta. A semelhança fonética e alfabética somente se dá no Brasil. Não há
relação alguma entre o termo moleque (palavra angolana), com a divindade
Moloch.
Inglês:
little boy; kid
Espanhol:
niño
Italiano:
ragazzo

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