Deuteronômio

LIVRO DE DEUTERONÔMIO

O nome Deuteronômio vem do título grego, de uma frase do livro (Dt 17:18 “Será também que, quando se assentar sobre o trono do seu reino, então escreverá para si num livro, um traslado desta lei, do original que está diante dos sacerdotes levitas”).

A palavra hebraica mish néh hat toh ráh, é corretamente traduzida por "cópia da lei", a qual entendemos por “Repetição da Lei”. Foi escrito por volta de 1473 aC, nas planícies de Moabe, e seu conteúdo consiste em quatro discursos, um cântico e uma bênção. Deuteronômio serviu como um documento do concerto, para ser lido diante de todo o povo, a cada sete anos.

Cap. 01
Discurso de Moisés (perceba a transformação de um homem que tinha problemas para falar)

“Então disse Moisés ao Senhor: Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua”. Ex. 4:10

"Moisés, porém, falou perante o Senhor, dizendo: Eis que os filhos de Israel não me têm ouvido; como, pois, Faraó me ouvirá? Também eu sou incircunciso de lábios."  Ex. 6:12

Eloquente – expressivo, comunicativo, convincente, persuasivo.

Incircunciso de lábios (pesado de boca e língua) – linguajar grosseiro, sotaque estranho, já que ele tinha sido criado pelos egípcios.

Conclusão – Moisés não se considerava um bom comunicador, não era persuasivo e, além disso, tinha dificuldades de falar o hebraico com a mesma familiaridade que o povo, pois teve sua criação dentro das escolas egípcias. Mas Deus transformou Moisés e o seu jeito de falar. Em Deuteronômio, agora sem o seu irmão Arão, ele mesmo fala ao povo, através de longos discursos.


Cap. 01
Dt 1:6 “Assaz vos haveis demorado neste monte”. (LER A PARTIR DE DT 1:6)
Assaz quer dizer “muito” ou “bastante”.

Moisés faz uma retrospectiva sobre tudo o que viveram juntos durante a peregrinação pelo deserto, lembrou-se de todos os lugares, da forma como Deus falou com eles, sobre os espias na terra prometida e o Vale de Escol que avistaram.

Escol – o que há de melhor e de mais distinto, nata, elite. O “escol” da sociedade. O Vale de Escol era o lugar das melhores videiras (uvas).

“Depois foram até ao vale de Escol, e dali cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens, sobre uma vara; como também das romãs e dos figos”. Nm 13:23

Moisés se lembra dos conselhos de Deus e dos cuidados, comenta sobre a falta de fé deles e da rebeldia.

Cap. 02
Continua o discurso. Retrospectiva sobre as guerras e os povos que negaram passagem pelo deserto. Deus faz uma promessa ao povo de Israel:

Dt 2:25  “Neste dia começarei a pôr um terror e um medo de ti diante dos povos que estão debaixo de todo o céu; os que ouvirem a tua fama tremerão diante de ti e se angustiarão”.


Cap 03
Moisés lembra de Ogue, rei de Basã (o último gigante) e sobre a forma como Deus deu a vitória a Israel sobre todos os povos poderosos e suas cidades fortificadas. Moisés encoraja o povo e a Josué, dizendo que Deus é quem pelejaria por eles. Oração de Moisés para entrar em Canaã.

Cap. 04
Moisés exorta o povo a ser obediente, a guardar a alma e a guardar a Palavra de Deus no coração. Fala sobre não ter imagem alguma para representar Deus. E mostra como Deus é presente e misericordioso (lindo):

Dt 4:29  “Então dali buscarás ao Senhor teu Deus, e o acharás, quando o buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma.  Quando estiverdes em angústia, e todas estas coisas te alcançarem, então nos últimos dias voltarás para o Senhor teu Deus, e ouvirás a sua voz. Porquanto o Senhor teu Deus é Deus misericordioso, e não te desamparará, nem te destruirá, nem se esquecerá da aliança que jurou a teus pais”.

O amor de Deus chega a constranger e tudo o que Ele fez pelo povo de Israel foi inédito.

Cap. 05
Repetição dos 10 Mandamentos.

Cap. 06
Alerta sobre a obediência, com amor, entendimento e gratidão; de geração em geração.

Cap. 07
Ordenança sobre a destruição dos povos;
7 nações mais numerosas e poderosas do que Israel (os 7 inimigos do povo de Deus)

Heteus – descendentes de Hete, filho de Canaã; adoradores da deusa “Terra” ou a “Grande Mãe”. Eram conhecidos por fomentar guerras, disputas e divisões.
Girgaseus – descendentes de Canaã, segundo Gn 10:16. Povo incrédulo, diferente e conhecido na antiguidade pelo profundo rancor e mágoa que guardava dos outros povos; eles não sabiam perdoar. Os girgaseus resistiram terrivelmente a Josué e suas tropas.
Amorreus – descendentes de Cam, eram chamados de “amori” que quer dizer “montanhês”, habitantes das montanhas ou serranos. Foi o povo que mais resistiu ao avanço dos israelitas na Terra Prometida (Js 10:4-5 – quando Josué pediu a Deus que o sol e a lua se detivessem.) Eram conhecidos como o “povo do fogo” por serem cruéis e violentos.
Cananeus – descendentes de Canaã (filho de Cam). Era um dos povos a ser exterminado, no entanto, o povo de Israel se misturou a esse povo. Eram conhecidos pela sua idolatria e rituais carnais terríveis e por terem o espírito de intriga, escândalo e fuxico.
Perizeus – palavra hebraica que quer dizer “aldeões”, moradores de aldeias (inferiores às vilas). Não há informações sobre a descendência desse povo. Alguns estudiosos acreditam se tratar de cananeus com um estilo de vida diferente, como os ciganos, por exemplo.
Heveus – descendente de Cam (um heveu violentou Diná, filha de Jacó). Conhecidos como “enganadores”. Os heveus eram o gibeonitas (moradores de Gibeão). (Js 9:4...). Foram eles que enganaram Josué, ao fingirem ser de uma terra distante, vestidos de roupas velhas.
Jebuseus – Descendentes de Canaã. Era um povo conhecido pelo seu orgulho em relação aos demais, eram literalmente arrogantes. O nome também se refere a Jebus, nome dado à cidade de Jerusalém, quando em poder dos jebuseus. Devido à vantagem militar que possuíam e à segurança garantida pelas muralhas da cidade, também conhecida por fortaleza de Sião, os jebuseus não foram expulsos durante a conquista de Canaã pelos israelitas, tornando-se então um território neutro na fronteira entre as tribos de Benjamim e de Judá.
Obs.: A ordem de Deus sobre esses povos era não fazer nenhuma aliança, nem parentesco e nem ter piedade, mas sim, derrubar seus altares, quebrar suas estátuas e queimar suas imagens.

Perceba que, no geral, essas nações eram descendentes de Cam. Cada uma delas tinha algo de ruim que se destacava: pessoas rancorosas, que promoviam disputas e divisões, violentas ao extremo, fuxiqueiras (fofoqueiras), mentirosas, enganadoras, orgulhosas, etc.

Reflexão: Existem pessoas assim, nos dias de hoje, no meio do povo de Deus???

Conclusão: por serem desobedientes, no lugar de destruir totalmente esses povos, Israel se misturou a eles. Às vezes, poupando as mulheres, e depois acabavam casando-se com elas; outras vezes fazendo algum acordo com os líderes. Infelizmente isso ocasionou resultados ruins para Israel. Na maioria das vezes, o povo acabou adorando os deuses dessas nações e edificando altares pagãos.
Cap. 08
Lembranças de tudo o que Deus fez ao povo de Israel: caminhos que os guardou e guiou;
deixou ter fome e sustentou com maná; roupas não envelheceram, nem pés incharam;
deu uma boa terra e tirou água da rocha pederneira. (Dt 8:15)

Rocha pederneira – pederneira que dizer “pedra duríssima”, que quando ferida com fragmento de aço produz fogo.
Um pedacinho dessa pedra que se punha nos fechos das armas antigas e que, sendo percutida pelo fuzil,
produzia fogo que se comunicava à pólvora. As pederneiras foram inicialmente usadas em mosquetes e depois em pistolas e fuzis.
As armas de fogo com projéteis de percussão substituíram mais tarde as armas de pederneira.
As lascas dessa rocha têm beiradas bem afiadas, uma característica que o homem prontamente reconheceu e pôs em uso.
Desde tempos bem primitivos, fabricaram-se com esta pedra facas, cabeças de machado, talhadeiras, pontas de lança, e outros instrumentos e armas.
Historiadores dizem que foi com uma pederneira que a esposa de Moisés circuncidou seu filho. 

Para compreender a estrutura geológica de um lugar é preciso analisar e conhecer os tipos de rochas presentes no local.
Existem rochas magmáticas (do magma, lavas), sedimentares e metamórficas.
Segundo a Bíblia, o deserto de Zim fica em Cades Barneia, atualmente é o lado sul de Israel, conhecido como Negev (Neguev).
O deserto ocupa cerca de 60% do território de Israel. Negev é uma região rica em rochas sedimentares.

Magmáticas – formadas pelo interior da terra, do magma; sua estrutura depende do tipo de esfriamento e do tipo de magma,
então são mais lisas ou mais grossas. (Ex: granito, pedra pume). São lugares onde ocorrem terremotos e erupções de vulcões.

Sedimentares – são rochas formadas por sedimentos (minerais, cristais, cálcio). Ex: calcário. Lugares desérticos.

Metamórficas – são rochas transformadas por conta do ambiente diferenciado de onde ela se formou (pressão, temperatura).
Sofrem “mudanças em sua forma”. (Ex: ardósia, quartzo, mármore).

Curiosidade: Hoje em dia, o Neguev possui um centro de pesquisas nucleares, além de importantes instituições de pesquisa agrícola,
há vilarejos e uma pequena população, algumas vinícolas, sítios arqueológicos, turismo, enfim, o deserto floresceu.

REFLEXÃO: Mas as rochas de lá continuam as mesmas, ou seja, rochas pederneiras são ótimas para “produzir” fogo, mas nunca produziram água.
Embora tenhamos muitas pistas e provas arqueológicas e científicas dos milagres ocorridos, alguns deles são inexplicáveis, porque milagre não se explica, apenas se contempla.
Deus tirou água de um lugar onde seria inimaginável ao ser humano fazer o mesmo.

Reportagens do jornal Discovery Times sobre achados arqueológicos (veja a “rocha ferida”) – Aumente as imagens, se necessário.
  
CURIOSIDADE
Algumas rochas são absorventes (não é o caso da rocha pederneira). O petróleo, por exemplo, fica armazenado numa rocha que parece sólida,
mas possui minúsculos poros, onde o petróleo e o gás se acumulam (rochas porosas / sedimentares).
Outras rochas possuem porosidade maior, podendo acumular em seu interior uma certa quantidade de água.

Cap. 09
Moisés explica que não é por causa da justiça ou retidão de Israel que ele possuirá a terra prometida,
mas pela impiedade dos povos que habitavam ali (por isso foram expulsos);

Moisés relembra de todas as murmurações e desobediência do povo;
Moisés explica que Deus queria destruir o povo, mas ele pediu misericórdia e orou (simbologia de Jesus, que intercedeu por nós);
Moisés esteve 40 dias e 40 noites com Deus; Jesus esteve 40 dias e 40 noites no deserto;

Cap. 10
Relembrando das outras tábuas da lei; tribo de Levi;

Dt 9:16  “Circuncidai, pois, o prepúcio do vosso coração, e não mais endureçais a vossa cerviz”.
Cerviz: é a parte do pescoço flexível, que nos permite “nos dobrar” – endurecer a cerviz significa  dizer que a pessoa não soube abaixar a cabeça para se humilhar. Povo orgulhoso.

Cap. 11
Relembrando...
13 ao 25 – benefícios da obediência
Haverá as chuvas necessárias para o crescimento da semente e para a boa colheita; os dias se multiplicarão;

Na agricultura, para se ter uma boa safra é necessário duas belas chuvas, uma antes de semear o grão (chuva temporã) e outra um pouquinho antes de colher a safra (chuva serôdia).
A chuva Temporã caía durante o outono no tempo de semear a terra garantindo assim, a colheita do inverno.
Sem essa chuva a semente não germinava, por isso, essa chuva era necessária para fazer brotar a semente.

A chuva Serôdia caía durante as primeiras semanas da primavera antes da colheita, ela era necessária para fazer com que a plantação amadurecesse para a colheita.

26 ao 32 – bênção e maldição
Ao cumprir os mandamentos: bênçãos
Não cumprindo: maldições

Cap. 12
Deveriam destruir altares pagãos, quebrar estátuas, queimar bosques, apagar imagens esculpidas;
Deus determina um lugar especial, conforme suas instruções;

Cap. 13
Profetas e sonhadores – havia os falsos que tentavam arrastar o povo a adorar outros deuses; estes deveriam morrer apedrejados.

Cap. 14
Assuntos: relembrando sobre animais limpos e imundos.

Dízimos: frutos da semente, grãos, mosto, azeite, primogênitos dos animais e primícias das colheitas.

Mosto: suco da uva ou outras frutas doces, antes de fermentar ou a fase da cerveja que somente contém o malte e a água.

A função do dízimo era não faltar nada para os levitas, órfãos, viúvas e estrangeiros.

Cap. 15
Ano da remissão (perdão, quitação), no 7º ano – para que não haja pobres sobre a terra.

Cap. 16
Mês de Abibe – o calendário hebraico tem sua referência na lua; o mês de Abibe é o mês de Nissan, corresponde aos meses de março e abril.
Páscoa – 6 dias comendo pão sem fermento e no 7º dia será Páscoa (saída do Egito)
Pentecostes – contar 7 semanas, 49 dias e no 50º Pentecostes ou Festa das Semanas / Colheitas
Tabernáculos – 7 dias em barracas, tendas.

Deveres dos juízes

Cap. 17
Assuntos: castigo de idolatria
Consulta aos sacerdotes e juízes
Deveres de um rei (não multiplicar cavalos, mulheres, ouro, riquezas); avareza

Cap. 18
Herança dos levitas
Abominações das nações (sacrifícios de filhos, feitiçaria, encantamentos, consultas a espíritos, mágicos, comunicação com os mortos); espiritismo continua sendo algo abominável.
Profeta de Deus – aguardar a profecia se cumprir para saber se o profeta é de Deus.

Cap. 19
Privilégios das cidades-refúgio para pessoas inocentes.

Cap. 20
Leis de guerra
1º) Não tema, Deus é contigo
2º) Tome sua posição, coragem, determine a vitória
3º) Esteja sempre pronto para a guerra (desfrute a sua vida, de forma que não temerá a morte).

Reflexão: quando a Bíblia diz sobre consagrar a casa, desfrutar da vinha, desposar uma mulher, ou seja,
não deixar pendências, para que durante a guerra haja concentração total para a vitória.
Pense nisto de uma forma espiritual. Tenha harmonia em sua vida cotidiana para ser forte na batalha espiritual.

Você só poderá vencer uma batalha se tiver controle total de sua vida (domínio próprio).
Pessoas não resolvidas são covardes e medrosas, e podem comprometer um exército inteiro ou desencorajar os demais combatentes.
 Cap. 21
Expiação pelos mortos desconhecidos.

CASAMENTO

Clique nos links para assistir os vídeos de Casamentos Judaicos.
Note que, independente do país em que estão, os judeus mantém as mesmas tradições:




Obs.: aliança no dedo indicador – dedo mais usado, mais visível.
Quebrar a taça – quebrando os vínculos com o passado (há vários outros significados).

Sobre a Mulher prisioneira (Dt 21:10-14) – rapar a cabeça era sinal de dor e pesar (nesse caso); Jó agiu dessa forma (veja Jó 1:20). Sobre as unhas, eram aparadas para que, se estivessem pintadas, não parecessem atraentes.

Vestido ou manto do cativeiro – nas cidades pagãs que estavam para ser conquistadas, era costume que as mulheres vestissem suas melhores roupas.
Faziam isso para atrair a atenção dos seus capturadores, era uma estratégia para salvarem suas próprias vidas.
Uma vez que os israelitas as tomavam, antes elas deveriam também cumprir o tempo de luto durante um mês, conforme os costumes judaicos.
O mês de lamentação servia também como um período de purificação (principalmente da sua devoção religiosa pagã).

REFLEXÃO: rituais de casamentos seguem regras culturais; no entanto, falaremos apenas de casamentos entre cristãos. O que a Bíblia diz?
Nossa cultura se encaixa com os preceitos Bíblicos em relação ao casamento?

Nesse caso das mulheres prisioneiras, quando os judeus as tomavam da guerra, eles deveriam se casar com elas.
As normas do casamento permanecem as mesmas para eles.

A Bíblia nos apresenta um modelo de casamento Bíblico-Judaico:
1.      Noivado (promessa feita pelos pais)

Modelo: Isaque e Rebeca
Um Shadkhan (casamenteiro) foi enviado para buscar a noiva de Isaque, entre os parentes de Abraão.
Ele faz uma proposta ao pai da noiva (acordo pré-nupcial ou contrato).
Nesse documento hebraico, o noivo se compromete a sustentar a futura esposa e o pai da noiva estipula o valor do dote que dará.

Ambos realizam, separadamente um Mikveh (imersão na água), simbolizando a purificação.

Depois havia também uma cerimônia, etc.

Direito do primogênito
Filhos desobedientes
Cadáveres tirados do patíbulo (madeiro para enforcamento)

Obs.: sobre a História – devemos conhecer a história universal através da Bíblia e checar, sempre que possível, as peculiaridades do povo judeu.
“Conhecer História é estar com os olhos no futuro, o espírito no passado e o coração sempre presente”. (Flavio Josefo, historiador não cristão, testemunha ocular de vários fatos)

Cap. 22
Amor com o próximo: honestidade, bondade, retidão
Vestimentas de homens e mulheres (homossexualidade também)
Cuidado com os animais (passarinhos)

Edificações: parapeito no eirado (Dt 22:8) – a geração de Israel que nasceu e viveu em tendas agora terá que construir casas para morar, na terra prometida.
Parapeito é uma espécie de parede como barreira, que se ergue até a altura do peito, a fim de evitar acidentes e quedas.

Pense no motivo pelo qual Deus se preocupou com esse detalhe de ter uma proteção em construções mais altas.
Vc pode imaginar um prédio naqueles tempos? Não?

Então assista aos vídeos que falam sobre as pirâmides dos egípcios.
Uma delas tinham simplesmente o equivalente a 49 andares.

Pense nisso: o povo hebreu era cativo dos egípcios. Eles aprenderam a construir como eles, aliás, eles eram os escravos que colocavam a mão na massa!
Os vídeos a seguir são documentários sobre “A Revelação das Pirâmides”.
Se quiser continuar assistindo, busque no Youtube a continuação. Seguem as partes 1 e 2.



Já o termo “sem eira, nem beira” refere-se também a um terreno plano (eira), sem a proteção lateral (beira).
Quando o agricultor joga a semente num terreno sem beira, as sementes podem ser levadas pelo vento e o semeador fica sem nada.

Já no nordeste do Brasil, esse termo tem outro significado.
Antigamente, as pessoas mais ricas possuíam um telhado triplo: a eira, a beira e a tribeira (parte mais alta do telhado).
As pessoas mais pobres não tinham condições de construir esse telhado, fazendo somente a tribeira, ficando sem eira, nem beira.
Na engenharia civil, eira e beira era o acabamento dado na parte superior das construções antigas.
A beira é conhecida nos dias de hoje como beiral e a eira como platibanda.
Era um custo adicional para as edificações e as pessoas pobres não executavam esse complemento arquitetônico, e daí saiu o ditado “sem eira, nem beira”.
Reflexão: note que Deus se preocupa com os mínimos detalhes: o ninho de um passarinho, um boi extraviado, um julgo desigual, um pequeno muro ou um parapeito.
Espiritualmente falando, o parapeito é o seu limite, para que saiba até onde Deus permite vc ir.
Se vc for além ou se não tem um parapeito, está totalmente desprotegido, poderá cair de uma altura excessiva e se machucar.
Pense nisso! Tenha um parapeito espiritual – o Espírito Santo em sua vida. É Ele quem diz qual o seu limite!

Sobre virgindade, traição e morte por apedrejamento.

Sobre os tipos de morte
Crucificação – costume romano
Apedrejamento – costume judaico

Os tipos de morte são citados na Bíblia, não porque Deus os criou, mas isso existe desde que Caim matou Abel.
Então, a pena do morte ou o assassinato, são ideias provenientes do mal.
Perceba que cada cultura (povo), tem sua pena de morte diferenciada.

Judeus apedrejavam, romanos crucificavam.
Veja na lista abaixo outros costumes, outros tipos de morte.
Algumas até com certo requinte no que diz respeito à tortura. Não bastava matar, era preciso antes fazer o condenado sofrer.

Outras culturas (execuções, torturas, penas de morte)
Fuzilamento, Cadeira Elétrica, Decapitação ou Guilhotinamento, Enforcamento
Fogueira, Estripamento (órgãos internos eram retirados, um a um, com a pessoa ainda viva)
Fervura, Esquartejamento ou desmembramento (braços na árvore e pernas amarradas a cavalos)
Precipitação (altura), Esmagamento por elefante, Injeção letal, Esfolamento
Asfixia ou estrangulamento, Câmara de gás
Morte por mil cortes (com faca; músculos, nervos, vasos sanguíneos; milésimo corte era fatal; Japão)
Afogamento, Envenenamento, Garrote vil (Espanha)
Empalação (inserção de estaca, ânus, vagina ou umbigo, até chegar na boca)
Roda (esmagamento de ossos), Inanição (fome), Serração (serrote ao meio)

Cap. 23
Pessoas excluídas; higiene; não haverá prostitutas ou sodomitas entre o povo; empréstimo sem juros; cumprir os votos; respeito pelas terras alheias.

Juros – (Dt 23:19-20) “A teu irmão não emprestarás com juros, nem dinheiro, nem comida, nem qualquer coisa que se empreste com juros.
Ao estranho emprestarás com juros, porém a teu irmão não emprestarás com juros; para que o Senhor teu Deus te abençoe em tudo que puseres a tua mão, na terra a qual vais a possuir”.

O juro é a remuneração cobrada pelo empréstimo de dinheiro, determinado por taxas.
Inflação - é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro.
Um exemplo clássico de inflação foi o aumento de preços no Império Romano, causado pela desvalorização dos denários que,
antes confeccionados em ouro puro, passaram a ser fabricados com todo tipo de impurezas.

Imposto – do latim imposìtu, particípio passado de imponère, quer dizer “impor, determinar como obrigação”.
É a imposição de um encargo financeiro ou outro tributo sobre o contribuinte (pessoa física ou jurídica) por um Estado.
O imposto é uma das espécies do gênero “tributo” (taxas ou contribuições de melhoria, nas áreas de saúde, segurança e educação, por exemplo).

O primeiro sistema de tributação conhecido foi o do Antigo Egito por volta de 3000 AC- 2800 aC, durante a primeira dinastia do Antigo Império. 
Os registros documentais do período, afirmam que o faraó realizava uma excursão bienal em todo o reino, com a cobrança de receitas fiscais dos seus súditos.
Outros registros conhecidos são recibos de celeiros reais pela compra de cereais de calcário e de papiros.
Registros sobre o princípio da tributação também são descritos na Bíblia.
Em Gn 47:24, há a seguinte afirmação:
“Há de ser, porém, que das colheitas dareis o quinto a Faraó, e as quatro partes serão vossas, para semente do campo,
e para o vosso mantimento, e dos que estão nas vossas casas, e para que comam vossos filhos”.

“O objetivo original do dinheiro foi facilitar a permuta, mas os juros aumentavam a quantidade do próprio dinheiro.
Esta é a verdadeira origem da palavra prole, que vem de progenitores, que quer dizer que os juros são dinheiro nascido do próprio dinheiro,
logo, esta forma de ganhar dinheiro é de todas a mais contrária à natureza.” (ARISTÓTELES, Apud ALENCAR, 2006)

Documentos históricos redigidos pela civilização suméria, por volta de 3000 aC, revelam que o mundo antigo
desenvolveu um sistema formalizado de crédito baseado em dois principais produtos: o grão e a prata.
Antes de existirem as moedas, o empréstimo de metal era feito baseado em seu peso.
Arqueólogos descobriram pedaços de metais que foram usados no comércio das civilizações de Troia, Babilônia, Egito e Pérsia.
Antes do empréstimo em dinheiro ser desenvolvido, o empréstimo de cereal e de prata facilitava a dinâmica do comércio.

Ex 22:25 “Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como um usurário; não lhe imporeis usura”.
Usura – cobrança abusiva pelo uso do capital (agiotagem).

Lv 25:35-37 “E, quando teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então sustentá-lo-ás, como estrangeiro e peregrino viverá contigo.
Não tomarás dele juros, nem ganho; mas do teu Deus terás temor, para que teu irmão viva contigo. Não lhe darás teu dinheiro com usura, nem darás do teu alimento por interesse”.

Salmo 15: “Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; a cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado”.

Lc 6:34-36 “E se emprestardes àqueles de quem esperais tornar a receber, que recompensa tereis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para tornarem a receber outro tanto. Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso”.

Cap. 24
Assuntos: divórcio, penhores, roubadores, lepra, empréstimo, caridade com estrangeiros, órfãos e viúvas.

Carta de repúdio – repudiar quer dizer desprezar ou rejeitar.
Perceba que REPÚDIO e DIVÓRCIO são palavras diferentes. A Bíblia se refere às duas.
“Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio (é o divórcio), e lhe dará na sua mão, e a despedirá da sua casa”. Dt 24:1

Repudiar – é a manifestação da vontade de se separar.
Carta de repúdio – é a ação legal, que torna a mulher livre; o divórcio.

Jesus viveu esse contexto. Flavio Josefo que também viveu nessa ocasião, referiu-se a ela como “lei dos judeus”.
Ele explicou se tratar de um testemunho por escrito de que o homem não voltaria a casar-se com aquela mulher e isso a deixava livre para se casar com outro homem.
Acontece que, ao longo do tempo, os homens passaram a se casar com outras mulheres, e não se importavam em dar uma carta de divórcio à primeira esposa, sendo assim, ela não era livre para ir embora.

Repúdio – a palavra hebraica para repúdio é shalach.

Divórcio – a palavra hebraica para divórcio é keriythuwth, e que significa literalmente “incisão”, “corte do vínculo matrimonial”. 

Do latim divortium, derivado de divertĕre, quer dizer "separar-se". É o rompimento legal e definitivo do vínculo de casamento civil.

Note a diferença entre os dois: as mulheres eram consideradas “repudiadas” quando seus maridos se casavam com outras mulheres.
Após serem repudiadas eram como escravas ou simples propriedades dos maridos.
Não era isso o que dizia a lei judaica, mas era dessa maneira que os homens se comportavam, ignorando completamente tal lei.
Por causa do crescente machismo daquela época, eles não se consideravam pecadores e infringiam a lei sem serem punidos.
E que iria se opor a eles? As mulheres?

E qual o motivo de não darem a tal carta de divórcio? Por causa do custo e da divisão de bens, além disso, o homem deveria devolver o dote à família da mulher.
Também no caso de adultério, o homem usava o repúdio como uma punição, já que ele foi traído, a mulher jamais seria livre.

Por esse motivo, Jesus os alertou:
“Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério,
e qualquer que casar com a repudiada comete adultério”. Mt 5:32

“E, aproximando-se dele os fariseus, perguntaram-lhe, tentando-o: É lícito ao homem repudiar sua mulher? Mas ele, respondendo, disse-lhes: Que vos mandou Moisés? E eles disseram: Moisés permitiu escrever carta de divórcio e repudiar”.

Algumas pessoas usam essa passagem Bíblica (Mt 5:32) para proibir os “divorciados” de participar da Ceia do Senhor,
caso estejam em seu segundo casamento, alegando que cometeram adultério segundo a própria palavra de Deus.
Mas Jesus deixa claro que Moisés os ensinou a entregar uma carta de divórcio e não apenas repudiar.
Logo, o divórcio era permitido naquele tempo. E o motivo era por causa da dureza do coração.

Costumes Judaicos
Para um homem judeu pedir o divórcio, basta ele falar três vezes em um período estipulado de tempo (três meses) a frase: - Eu te repudio. E pronto!
Já a mulher judia precisa ter motivos concretos para divorciar-se, como por exemplo, o não sustento do lar por parte do marido ou ainda, por maus tratos. (lembrar da novela O Clone)

Cap. 25
Pena de açoites
Obrigação do cunhado se casar com a viúva do irmão

A casa do descalçado (Dt 25:7) – descalçar o pé e cuspir no rosto.
O cunhado que não aceitava essa condição estava desonrando a família.
Quando ele cumpria essa lei, o filho nascido do casal pertencia ao irmão falecido.

O ato de tirar os sapatos era uma forma de humilhação.
Andar descalço era sinal de pobreza.
Cuspir era sinal de desprezo total.

Pesos e medidas justas (EFA ou cesto era uma medida judaica para grãos e, às vezes, para líquidos, equivalente a cerca de 23 litros)

Memória de Amaleque (amalequitas) será apagada – quando uma pessoa era boa, ainda que não fosse conhecida, Deus fazia memória dela.
Um bom exemplo disso foi Cornélio. Amaleque (neto de Esaú, filho de Elifaz) era contra o povo de Deus e fazia de tudo para destruí-lo.
Apagar ou riscar a memória de alguém é nunca mais ser lembrado.
Quando Balaão foi cheio do Espírito Santo e se transformou em verdadeiro profeta de Deus, ele profetizou contra os amalequitas:

“E vendo os amalequitas, proferiu a sua parábola, e disse: Amaleque é a primeira das nações; porém o seu fim será a destruição”. Nm 24:20.

Amaleque era filho do primogênito de Esaú, por isso foi considerado como “primeira das nações”.
Era costume quando alguém via um amalequita dizer “o seu fim será a perdição”.

“Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eu me recordei do que fez Amaleque a Israel; como se lhe opôs no caminho, quando subia do Egito.
Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher,
desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos”. 1Sm 15:2-3

Cap. 26
Primícias da terra prometida, uma cerimônia de agradecimento;
Oração daquele que deu o dízimo (lindas palavras);

Cap. 27
Padrão das leis em pedras caiadas, um altar de pedras brutas.
Bênçãos do monte Gerizim (Simeão, Levi, Judá, Issacar, José, Benjamim)
Maldições do monte Ebal (Rúben, Gade, Aser, Zebulom, Dã, Naftali)

Cap. 28
Bênçãos do monte Gerizim (lindas palavras)
“Bendito serás na cidade e no campo, bendito o fruto do teu ventre e da tua terra, bendito serás ao entrares e ao saíres; emprestarás a muitas nações, mas não tomará emprestado; o Senhor te porá por cabeça e não por cauda... SE OBEDECERES AOS MANDAMENTOS DO SENHOR TEU DEUS, não se desviando nem para a direita e nem para a esquerda”. (resumido)

Castigos por desobediência

As bênçãos e as maldições constituem uma importância ímpar na história da aliança, pois, por meio dela, os israelitas são conscientizados das sérias consequências de suas escolhas.

Moisés dá ordens para que as bênçãos e maldições sejam pronunciadas quando entrarem na Terra prometida
e para isso ele faz uma divisão, colocando uma parte das tribos sobre o monte Ebal, para pronunciar as maldições
e outra parte no monte Gerizim, para anunciar as bênçãos.
Isso ocorreu porque o monte Ebal era estéril, enquanto o Gerizim era um monte abundantemente fértil.

Deus escolheu duas das mais altas montanhas da parte central de Canaã, tendo cada uma delas cerca de 900 metros de altura
e estavam situadas bem no centro da terra prometida, não somente de oeste para leste, como também do norte para o sul.

Duas consequências básicas são listadas para demonstrar os efeitos trágicos de não seguirem a vida alegre que Deus propõe:
a) Fracasso financeiro como resultado de más colheitas e infertilidade;
b) Israel sofrerá derrota militar.

A derrota militar é um efeito gravíssimo que levará os israelitas a serem escravos de outras nações, mesmo que estas sejam pagãs.

Reflexão: Imagine dois montes altos e extensos, um em frente ao outro e bem ao meio dessa imensidão o povo de Israel.
Moisés, inspirado pelo Senhor, divide o povo e profere maldições em direção a um monte e bênçãos em direção a outro,
toda essa “dinâmica de grupo” para fixar na mente o povo a seguinte mensagem:
“há dois lados espirituais, e ambos têm seu ponto de partida na palavra”.
Obedecer significa subir o monte das bênçãos, enquanto que desobedecer significa subir o das maldições.
A palavra é o vale, não existe meio de se chegar aos montes sem passar pelo vale, ou seja,
tudo em nossas vidas depende de como nós temos andado em relação à palavra (lei) de Deus.

Cap. 29 e 30
Novo pacto com o povo
“As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei”. Dt 29:29

“Porque este mandamento, que hoje te ordeno, não te é encoberto, e tampouco está longe de ti”. Dt 30:11

“Porque esta palavra está mui perto de ti, na tua boca, e no teu coração, para a cumprires”. Dt 30:14

“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”. Dt 30:19

Cap. 31
Josué como sucessor de Moisés (quando Deus nos dá uma missão)
“E chamou Moisés a Josué, e lhe disse aos olhos de todo o Israel: Esforça-te e anima-te; porque com este povo entrarás na terra que o Senhor jurou a teus pais lhes dar; e tu os farás herdá-la. O Senhor, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes”. Dt 31:7-8

Lembre-se de tudo o que lemos sobre Moisés – era um levita, mas se achava inapto para persuadir o povo através das suas palavras,
porém Deus o levantou e o tornou um homem “eloquente”, ou seja, convincente e expressivo.
Aquele que se achava “pesado de boca e língua, incircunciso de lábios” (linguajar grosseiro e sotaque estranho),
tornou-se o grande líder, libertador do povo de Israel e impressionou a todos com seus grandes e persuasivos discursos.
Além disso, lemos que Moisés cantou, ele escreveu o Pentateuco, estudou entre os egípcios, teve uma excelente cultura,
foi legislador, profeta, líder religioso, podemos até dizer escritor e poeta.

Não pense em Moisés como um homem gago, tímido, grosseiro e simples, ao contrário,
era um homem bem interessante: inteligente, íntegro, temente a Deus, justo, corajoso e bem ousado.

Sobre Josué – também chamado de Oséias (Nm 13:8); seu nome em hebraico Joshua quer dizer “Javé é a Salvação”. Era da tribo de Efraim;
homem ousado, obediente, corajoso e temente a Deus. Poucos acreditaram em Deus como ele. Guerreiro valente.

Deus dá um cântico a Moisés (contra o povo)

Cap. 32
Cântico (note como Deus inspira alguém a compor canções)
Deus manda Moisés subir no monte de Abarim, ao monte Nebo, que está na terra de Moabe, defronte de Jericó, para morrer.

Cap. 33
Moisés abençoa o povo
Bênçãos para cada uma das tribos
Jesurum – palavra hebraica que quer dizer “amado”, muito usado nas poesias dos israelitas.

Cap. 34
Moisés sobe ao monte e morre
Deus o sepultou num vale, mas ninguém soube o lugar da sua sepultura
Josué foi cheio do Espírito de Sabedoria

"E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus."  (Ap 4:5)

"E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor."  (Is 11:2)

1.      Espírito do Senhor
2.      Espírito de Sabedoria
3.      Espírito de Entendimento
4.      Espírito de Conselho
5.      Espírito de Fortaleza
6.      Espírito de Conhecimento
7.      Espírito de Temor do Senhor

Resumindo: ser cheio do Espírito de Sabedoria é ser cheio do Espírito Santo, que são os 7 Espíritos.
Cap. 31

Josué como sucessor de Moisés (quando Deus nos dá uma missão)
“E chamou Moisés a Josué, e lhe disse aos olhos de todo o Israel: Esforça-te e anima-te; porque com este povo entrarás na terra que o Senhor jurou a teus pais lhes dar; e tu os farás herdá-la. O Senhor, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes”. Dt 31:7-8

Lembre-se de tudo o que lemos sobre Moisés – era um levita, mas se achava inapto para persuadir o povo através das suas palavras, porém Deus o levantou e o tornou um homem “eloquente”, ou seja, convincente e expressivo. Aquele que se achava “pesado de boca e língua, incircunciso de lábios” (linguajar grosseiro e sotaque estranho), tornou-se o grande líder, libertador do povo de Israel e impressionou a todos com seus grandes e persuasivos discursos. Além disso, lemos que Moisés cantou, ele escreveu o Pentateuco, estudou entre os egípcios, teve uma excelente cultura, foi legislador, profeta, líder religioso, podemos até dizer escritor e poeta. Não pense em Moisés como um homem gago, tímido, grosseiro e simples, ao contrário, era um homem bem interessante: inteligente, íntegro, temente a Deus, justo, corajoso e ousado.

Sobre Josué – também chamado de Oséias (Nm 13:8); seu nome em hebraico Joshua quer dizer “Javé é a Salvação”. Era da tribo de Efraim; homem ousado, obediente, corajoso e temente a Deus. Poucos acreditaram em Deus como ele. Guerreiro valente.
* Deus dá um cântico a Moisés (contra o povo)

Cap. 32
Cântico (note como Deus inspira alguém a compor canções). Reflita sobre o que você ouve por aí.
Deus manda Moisés subir no monte de Abarim, ao monte Nebo, que está na terra de Moabe, defronte de Jericó, para morrer.

Cap. 33
Moisés abençoa o povo
Bênçãos para cada uma das tribos
Jesurum – palavra hebraica que quer dizer “amado”, muito usado nas poesias dos israelitas.

Cap. 34
Moisés sobe ao monte e morre
Deus o sepultou num vale, mas ninguém soube o lugar da sua sepultura
Josué foi cheio do Espírito de Sabedoria

"E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus."  (Ap 4:5)

"E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor."  (Is 11:2)
1.      Espírito do Senhor
2.      Espírito de Sabedoria
3.      Espírito de Entendimento
4.      Espírito de Conselho
5.      Espírito de Fortaleza
6.      Espírito de Conhecimento
7.      Espírito de Temor do Senhor

Resumindo: ser cheio do Espírito de Sabedoria é ser cheio do Espírito Santo, que são os 7 Espíritos

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