GARAGEM DA CRIS
ANO SABÁTICO, JUBILEU
Ano
Sabático: Lev.
25:1-5 (descanso da terra no 7º ano, ou ano sabático)”
(lembrando
que a primeira vez que a Bíblia cita a importância do 7, é no descanso do
sábado.
Jubileu: Lev. 25:8-13 (a cada jubileu, ou
seja, depois de 7 semanas de anos – 49 anos, no 50º ano, era o ano sagrado da
libertação, escravos eram livres, terras eram devolvidas aos donos originais,
pois Deus é o dono de todas as terras, nós somos peregrinos).
Hoje em
dia, Jubileu é apenas a comemoração dos 50 anos de alguma existência (pessoas,
empresas, casamentos, etc)
Relação
do Jubileu com Pentecostes (simbologia)
Pentecostes
era o 50º dia, festas entre os judeus, dia em que as primeiras colheitas eram
devolvidas a Deus como forma de gratidão. A Festa das Colheitas ou Semanas!
Há alguma
relação entre tudo isso e as 70 semanas de Daniel?
69
semanas (ou 483 anos), esse tempo já passou, foram cumpridas várias profecias,
faltam somente 7 anos (a última semana de anos). O tempo da angústia para Jacó
ou Grande Tribulação. (Dn 9:24)
Rm
11:25 Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não
presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até
que a plenitude dos gentios haja entrado.
Ler esse
capítulo inteiro para compreender. Se o povo de Israel, a saber, os judeus, são
“duros” e se tornaram cegos e surdos, foi por amor de Deus aos gentios (nós). A
tal “plenitude dos gentios” é o número completo dos que venceram pelo sangue de
Cristo.
Note a
simbologia e importância do número 7 em todos estes eventos. 7 é plenitude,
totalidade, um ciclo completo, perfeição. Começa no ano sabático, depois
Jubileu e Pentecostes (7 x 7 = 49). O número 50 é o que vem a seguir da
perfeição.
As 70
semanas de Daniel são interrompidas, deixando sobrar exatamente 7 anos (Grande
Tribulação).
As 7
festas judaicas (solenidades do Senhor ou convocações) também simbolizam os
planos de Deus, de Salvação, através de Jesus.
1.
Páscoa (Êxodo dos judeus; liberdade de todos por Jesus; substituído pela Ceia)
2.
Pães Ázimos (1 dia após a Páscoa; dedicação do trabalho; pão da vida)
3.
Primícias
4.
Pentecostes ou festa das semanas (7 semanas após a Páscoa, 50º dia)
5.
Trombetas
6.
Expiação
7.
Tabernáculos
Páscoa e
pães ázimos juntas, duravam 7 dias;
Tabernáculos
também durava 7 dias; era a 7ª festa e acontecia no 7º mês)
O
candelabro (menorah) tem uma estrutura que lembra as 7 festas (1 vela
principal e 3 de cada lado)
A RELAÇÃO
ENTRE AS 7 FESTAS E A FIGURA DO CANDELABRO:
Um dos objetos mais interessantes revelados por Deus a Moisés é o castiçal de 7 lâmpadas. Sua estrutura (3 lâmpadas à esquerda, 3 à direita e uma no meio) lembra muito a estrutura das 7 festas.
a) Três festas eram realizadas no primeiro mês do Calendário Sagrado Judaico - "Nisan"
1. Festa da Páscoa (Lev. 23:4-5) - 14.º Dia
2. Festa dos Paes asmos (Lev. 23:6-8) - 15.º-21º Dia
3. Festa das Primícias (Lev. 23:9-14) - 16.º Dia
b) Uma era realizada no "meio" - Pentecostes (Terceiro mês - Sivan)
4. Festa de Pentecostes (ou Semanas) (Lev. 23:15-22) 50 dias depois das Primícias.
c) As três últimas eram realizadas no 7.º mês - Tishri)
5. Festa das Trombetas (Lev. 23:23-25) - 1.º Dia
6. Festa do Dia da Expiação (Lev. 23:26-32) - 10.º Dia
7. Festa dos Tabernáculos (Lev. 23:33-44) - 15.º-21.º Dia
Um dos objetos mais interessantes revelados por Deus a Moisés é o castiçal de 7 lâmpadas. Sua estrutura (3 lâmpadas à esquerda, 3 à direita e uma no meio) lembra muito a estrutura das 7 festas.
a) Três festas eram realizadas no primeiro mês do Calendário Sagrado Judaico - "Nisan"
1. Festa da Páscoa (Lev. 23:4-5) - 14.º Dia
2. Festa dos Paes asmos (Lev. 23:6-8) - 15.º-21º Dia
3. Festa das Primícias (Lev. 23:9-14) - 16.º Dia
b) Uma era realizada no "meio" - Pentecostes (Terceiro mês - Sivan)
4. Festa de Pentecostes (ou Semanas) (Lev. 23:15-22) 50 dias depois das Primícias.
c) As três últimas eram realizadas no 7.º mês - Tishri)
5. Festa das Trombetas (Lev. 23:23-25) - 1.º Dia
6. Festa do Dia da Expiação (Lev. 23:26-32) - 10.º Dia
7. Festa dos Tabernáculos (Lev. 23:33-44) - 15.º-21.º Dia
Estas 7
festas podem ser divididas em: Festas da Primavera (da Páscoa ao Pentecostes),
e as Festas do Outono (das Trombetas à dos Tabernáculos), as quais claramente
descrevem os períodos de tempo para as duas vindas do Messias (as festas da
Primavera tem relação com a 1.ª Vinda de Cristo; e as festas do Outono estão
relacionadas à Segunda Vinda).
1ª) A
festa da Páscoa nos lembra o Calvário, conforme citado acima, o Cordeiro de
Deus, que tira o pecado do mundo. Cristo é o nosso Cordeiro Pascal.
2ª) A festa dos Pães asmos, que são pães feitos sem fermento; o fermento simboliza o pecado. Nesta festa vemos a santificação, que é ausência do pecado e a comunhão com Deus.
3ª) A festa das Primícias nos lembra a ressurreição. 1ª Co 15:20:
“Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.”
4ª) Na festa de Pentecostes contemplamos a decida do Espírito Santo para o surgimento da Igreja.
Observação: essas quatro festas já tiveram seu cumprimento profético.
2ª) A festa dos Pães asmos, que são pães feitos sem fermento; o fermento simboliza o pecado. Nesta festa vemos a santificação, que é ausência do pecado e a comunhão com Deus.
3ª) A festa das Primícias nos lembra a ressurreição. 1ª Co 15:20:
“Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.”
4ª) Na festa de Pentecostes contemplamos a decida do Espírito Santo para o surgimento da Igreja.
Observação: essas quatro festas já tiveram seu cumprimento profético.
Veremos,
a partir de agora, as três festas que ainda não tiveram seu acontecimento
profético.
5ª) A festa das Trombetas: nesta notaremos o chamamento de Israel.
5ª) A festa das Trombetas: nesta notaremos o chamamento de Israel.
No
arrebatamento ele levantará a sua voz, porque terá chegado sua hora para agir
em favor do remanescente de Israel.
6ª) A festa da Expiação: nesta perceberemos o arrependimento de Israel como nação.
7ª) A festa dos Tabernáculos: esta é a festa que significa a restauração de todas as coisas; profeticamente, representa o milênio.
6ª) A festa da Expiação: nesta perceberemos o arrependimento de Israel como nação.
7ª) A festa dos Tabernáculos: esta é a festa que significa a restauração de todas as coisas; profeticamente, representa o milênio.
O MOMENTO EM QUE VIVEMOS
O tempo do relógio parado para a plenitude dos gentios.
Não conhecemos “dia e hora”.
Mt 24:
36 Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas
unicamente meu Pai.
37
E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.
Mt
24:3 E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os
seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que
sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?
4 E
Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane;
Mt
24:32 Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos
se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão.
Há sinais do fim dos tempos: G8 volta
a ser G7 (ver Apoc. 13); rio Eufrates secando; Putin (Rússia) querendo dominar
Crimeia; em todas as desavenças dos países com os EUA, eles ameaçam atacar
Israel; O compromisso com a segurança e o bem-estar de Israel têm sido um
elemento essencial da política dos Estados Unidos no Oriente Médio desde a
criação do Estado de Israel, em 1948
(interesse: judeus são milionários, compram material bélico dos EUA). Além
disso, nações grandiosas defendem Israel, tais como Austrália, Inglaterra,
Holanda). Fomes, epidemias, frequência dos terremotos, sinais na lua (ver
profecias rabínicas); Israel completará 70 anos em 2.018 (2014 – 1948 = 66
anos). Materiais do 3º templo prontos, utensílios, vestes sacerdotais,
sacrifícios foram liberados pelo governo, conflitos cada vez piores entre
judeus e palestinos (ou muçulmanos ou árabes, descendentes de Ismael).
Vídeo as 4 luas de sangue:
Vídeo: os 8 super sinais no céu:
Resumo e reflexão de Levíticos: “E
chamou” Deus a Moisés... Este livro é um chamado de Deus a cada um de nós. Ele
nos chama para chegar até a presença Dele, para sermos diferentes, para
conhecermos o “santo dos santos”.
Consagração - buscar a presença de Deus através da consagração
(purificação, dedicação, unção e meditação ou reflexão – “ruminar”) Lv 8 –
consagração de Arão e seus filhos. Lembre-se que ser consagrado não se limita a
um ritual de receber o óleo da unção na cabeça. É uma atitude.
Tabernáculo: é o plano de redenção, mostrando desde a atitude
de entrar pelas portas, de se limpar (batismo), e aceitar o sacrifício de
Jesus, entrar no lugar santo, pães, menorah, arca da aliança, maná, tábuas da
lei, etc)
Altar: também é uma atitude que nos leva ao “altar” no
sentido espiritual. Não é o lugar em si, que se chama altar, que nos faz “estar
no altar”. É o nosso modo de vida, a nossa transformação, pureza e vida reta.
Purifica as suas vestes: suas
vestes espirituais faz parte da sua personalidade e caráter.
Entrega o seu melhor: faça o
seu sacrifício (pão); entrega a força do seu trabalho para Deus. Lembra-se do
sangue nas pontas das orelhas, no polegar da mão direita e no dedão do pé
direito? Polegar e dedão representam toda a força das nossas mãos e pés. O
nosso “ouvir” também tem que ser purificado. Pois a fé vem pelo “ouvir” a
Palavra de Deus.

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